- A Fenprof denuncia à Comissão Europeia a situação de milhares de docentes do ensino profissional em escolas privadas, que diz ter práticas abusivas e horários de trabalho excessivos e desregulados.
- A federação vai reunir-se, na próxima semana, com a representação em Portugal da Comissão Europeia.
- A denúncia aponta que a realidade nas escolas permanece marcada pela ausência de soluções estruturais e pela manutenção de práticas abusivas.
- A reunião tem como objetivo denunciar uma situação inaceitável que perpetua a precariedade, fragiliza a Escola Pública e desrespeita milhares de profissionais.
- A Fenprof tem vindo a denunciar o agravamento da situação laboral dos professores das escolas profissionais no ensino privado.
Fenprof vai levar à Comissão Europeia uma queixa sobre a situação de milhares de docentes do ensino profissional em escolas privadas. A denúncia aponta práticas abusivas e horários de trabalho excessivos e desregulados, que prejudicam os profissionais.
A federação afirma que a realidade nas escolas mantém práticas prejudiciais e carece de soluções estruturais. A queixa visa a UE por considerar que o problema ultrapassa o âmbito nacional e afeta a qualidade educativa.
A reunião decorre na próxima semana e envolve a representação em Portugal da Comissão Europeia. O objetivo é lembrar que a precariedade laboral persiste no setor e fragiliza a oferta de ensino profissional público e privado.
Desdobramentos para o ensino profissional
Segundo a Fenprof, a denúncia já foi apresentada ao longo dos últimos meses, com foco no agravamento das condições de trabalho. A federação sublinha a importância de respostas consistentes para milhares de docentes.
A organização ressalva que a situação não é apenas laboral, mas também educativa, impactando a estabilidade de escolas profissionais no ensino privado. A avaliação é de que intervenções estruturais são necessárias.
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