- Uma mãe, Daniela Brito, de vinte e sete anos, vive na zona da Lapa, no Porto, com o filho de cinco anos e enfrenta uma infestação de ratos e insetos na casa onde residem.
- O foco da praga será uma habitação abandonada, adjacente e propriedade do senhorio da casa em que a família mora; a moradora já alertou o senhorio e solicitou apoio a várias entidades.
- A Câmara Municipal do Porto explicou ter feito duas desinfestações na rede pública de saneamento no local, e que não pode intervir em propriedade privada sem enquadramento legal adequado.
- Segundo a autarquia, não foi identificado qualquer pedido de apoio habitacional até ao momento, apesar de a moradora ter referido ter apresentado candidaturas.
- Daniela indica que já solicitou apoio no Espaço Cidadão em 2024 e, recentemente, na Domus Social, esperando saber quanto tempo demorará e se poderá abandonar a renda atual para deixar a habitação.
A mãe de uma família residente na zona da Lapa, no Porto, está a enfrentar uma infestação de ratos e insetos na habitação. O foco da praga é uma casa abandonada, contígua e propriedade do senhorio da casa onde a família vive. O problema surgiu já este ano e tem causado preocupação pela saúde pública.
Daniela Brito, mãe de 27 anos, relata que os roedores aparecem à porta de casa e que já houve situações de infestação de comida com formigas e mosquitos. A jovem pediu ajuda a várias entidades e ao senhorio, sem resposta até ao momento.
O CM apurou que a Câmara do Porto realizou duas ações de desinfeção na rede pública de saneamento no local. Os serviços municipais não podem intervir na propriedade privada sem enquadramento legal adequado. Não foi identificado, pela Domus Social, nenhum pedido de apoio habitacional até agora.
Desinfeções e enquadramento legal
A autarquia explicou que, no início de maio, houve um registo de desratização na rede pública, seguido de duas ações de desinfestação. Pode haver necessidade de fundamentação legal para qualquer intervenção na habitação privada.
Apoio habitacional
Sobre o apoio habitacional, a Câmara assegura, com base na Domus Social, que não houve, até à data, qualquer pedido formal em nome da moradora. Daniela pretende candidatar-se via Espaço Cidadão (2024) e, recentemente, na Domus Social, para encontrar uma solução habitacional.
Entre na conversa da comunidade