- Profissionais de educação do Seixal protestaram junto ao Ministério da Educação, em Lisboa, para exigir a remoção de amianto das escolas e reforço de assistentes operacionais.
- O protesto foi organizado pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) e contou com cerca de 30 participantes.
- Consideram que a degradação de várias escolas do concelho coloca em risco alunos, docentes e funcionários, citando a Escola Básica de Vale de Milhaços como exemplo de falta de pavilhões desportivos e balneários degradados.
- Os manifestantes apontam que assistentes operacionais estão sobrecarregados, desempenhando funções de apoio a alunos com necessidades educativas específicas, sem formação adequada.
- A Câmara Municipal do Seixal alegou limitações orçamentais devido à transferência de competências para as autarquias; o STOP pediu financiamento do Ministério da Educação para resolver os problemas e pode haver novas ações caso não haja resposta.
Profissionais de educação do Seixal reuniram-se em Lisboa, junto ao Ministério da Educação, para exigir a remoção de amianto e o reforço de assistentes operacionais. O protesto ocorreu esta terça-feira, sob o viaduto da Avenida Infante Santo, com cerca de 30 participantes.
O objetivo, segundo o STOP, foi denunciar a degradação de várias escolas do concelho do Seixal e sublinhar que estas condições colocam em risco alunos, docentes e funcionários. A delegação deslocou-se ao Ministério para apresentar as preocupações.
Entre as reivindicações, estão a libertação de verbas para retirar o amianto e para obras de requalificação, bem como reforço de pessoal técnico e de apoio. A Escola Básica de Vale de Milhaços foi dada como exemplo de infraestruturas degradadas.
O dirigente do STOP, Daniel Martins, apontou que os problemas não se restringem ao Seixal e existem casos semelhantes em outras regiões. Explicou ainda que os assistentes operacionais acumulam funções e enfrentam exaustão, com deficiências de formação para as atividades que desempenham.
Docentes presentes referiram a preocupação com o amianto e com as condições físicas das escolas, mencionando infiltrações, fissuras e humidade em várias instalações. Pelas dificuldades, pedem prioridade na intervenção do Ministério.
A Câmara Municipal do Seixal alegou limitações orçamentais associadas à transferência de competências para as autarquias. Os manifestantes defendem que o Ministério da Educação assegure financiamento para as intervenções necessárias.
Caso não haja respostas, os profissionais consideram manter ações de luta futuras. A Lusa pediu comentários ao Ministério da Educação, mas ainda não obteve resposta.
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