- O autor acusa José Manuel Ribeiro de ter escrito um artigo sem ler nem conhecer o que defende.
- Alega que Ribeiro subscreveu as suas ideias em abril, sem ter lido o conteúdo.
- O título da peça mencionada é “Mexilhão visto de camarote”.
- O autor diz que o artigo de Ribeiro utiliza um método que poupa tempo, evita surpresas e faz com que o adversário diga o que é preciso.
- O texto criticado aborda direitos e liberdades, com a controvérsia centrada na forma como Ribeiro apresenta as posições do autor.
O autor afirma que não pretende que José Manuel Ribeiro concorde consigo, mas que leia o que defende antes de o criticar. Afirma ainda que Ribeiro subscreveu, sem o saber, a posição defendida em Abril.
Segundo o texto, Ribeiro escreveu um artigo que o menciona sem ter feito o esforço de conhecer plenamente o que o autor defende. O autor descreve o gesto como um método que poupa tempo e evita surpresas ao descrever o que precisa que seja dito.
O autor sustenta que a referência de Ribeiro ao seu conteúdo ocorreu sem leitura prévia, o que, na perspetiva dele, pode induzir a uma crítica desalinhada com a posição real. O objetivo é esclarecer o que realmente defende e evitar mal-entendidos.
O relato não indica locais ou horários específicos, limitando-se a descrever a troca de mensagens entre as partes. O texto chama à leitura atenta do posicionamento exposto para qualquer avaliação futura.
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