- Fenprof levou milhares de professores às ruas, protestando contra a revisão do Estatuto da Carreira Docente e contra o pacote laboral, e anunciou adesão à greve geral de junho.
- A concentração iniciou no Cais do Sodré, em Lisboa, antes das três da tarde, com o protesto a seguir para os Restauradores por volta das 15h30.
- O desfile contou com bombos, faixas, bandeiras e cartazes, acompanhado de palavras de ordem como “A luta continua, nas escolas e na rua” e “Negociação Sim, imposição não”.
- José Feliciano da Costa, um dos secretários-gerais da Federação Nacional dos Professores (Fenpof), explicou a mobilização contra a revisão do estatuto e contra o pacote laboral.
- A Fenprof anunciou a adesão à greve geral de 3 de junho, convocada pela CGTP.
Milhares de docentes saíram este sábado para protestar em Lisboa contra a revisão do Estatuto da Carreira Docente e contra o pacote laboral. A mobilização foi convocada pela Fenprof, que anunciou igualmente adesão à greve geral convocada pela CGTP.
A concentração iniciou-se ainda antes das 15h, no Cais do Sodré, e o protesto seguiu em direção aos Restauradores. O desfile, acompanhado de bombos e varias faixas, contou com várias faixas, bandeiras e cartazes a exigir negociação.
José Feliciano da Costa, um dos secretários-gerais da Fenprof, explicou que a contestação decorre da revisão do Estatuto da Carreira Docente e do pacote laboral. A organização enfatizou que o pacote terá impacto em todos os trabalhadores.
Desdobramentos da ação e adesão à greve
A Fenprof confirmou a adesão à greve geral de 3 de junho, convocada pela CGTP, como resposta ao conjunto de propostas laborais. A ação visa também manter a pressão sobre as autoridades competentes para negociações adicionais.
Entre na conversa da comunidade