- Em Mogadouro, a Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro percorre mais de 1.300 quilómetros por dia para prestar apoio domiciliário a cerca de 100 utentes no concelho.
- O aumento dos combustíveis, em consequência do conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, aumenta significativamente os custos operacionais dessas instituições, especialmente nas zonas rurais.
- O acréscimo mensal de custos com combustível é de cerca de 1.500 euros, colocado a pressão orçamental das entidades que dariam apoio domiciliário.
- A pressão é mais intensa em territórios de baixa densidade populacional, onde o serviço depende fortemente do deslocamento diário dos trabalhadores.
Aumento dos combustíveis pressiona, sobretudo, o apoio domiciliário nas zonas rurais. Instituições que atuam em territórios de baixa densidade enfrentam custos adicionais significativos para manter o atendimento.
A Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro (SCMM) percorre mais de 1300 quilómetros diários para prestar apoio domiciliário a cerca de 100 utentes no concelho. Este esforço envolve deslocações constantes a várias freguesias, com rotas que se estendem por áreas rurais dispersas.
Desde a escalada do preço dos combustíveis, agravada pela atual tensão entre Estados Unidos, Israel e o Irão, o custo mensal em combustível tem aumentado substancialmente. Em Mogadouro, esse acréscimo ronda os 1500 euros por mês, uma pressão direta no funcionamento da instituição.
A situação revela-se como um exemplo das dificuldades enfrentadas por entidades de apoio domiciliário em zonas com baixa densidade populacional. Além do combustível, as associações lidam com custos operacionais crescentes, sem equivalente claro em financiamento público.
Especialistas apontam a necessidade de reajustes tarifários e de apoios adicionais para manter serviços essenciais. Enquanto isso, as equipas continuam a deslocar-se às famílias, assegurando cuidados e acompanhamento médico e social.
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