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FESAHT adere à paralisação de 3 de junho contra a reforma laboral

FESAHT envolve-se na greve de três de junho contra reforma laboral, afirmando que propostas visam explorar o trabalhador; setor teme perda de direitos e piora das condições

Protesto no Porto contra o pacote laboral defende uma vida melhor
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  • A FESAHT vai aderir à greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho, contra a reforma laboral.
  • A federação afirma que a reforma representa um ataque abrangente aos direitos dos trabalhadores, visando proteger apenas os empregadores.
  • Diz que, num contexto de aumento do custo de vida, setores como turismo, alimentação e bebidas não valorizam salários nem melhoram condições de trabalho, apesar dos lucros recorde.
  • A reforma é apresentada como ameaça a direitos fundamentais, incluindo contratação coletiva, direito à greve, parentalidade e bancos de horas; também é criticada a possibilidade de despedimento sem justa causa.
  • O Governo aprovou a proposta de revisão da lei laboral e vai enviá-la ao parlamento, após negociações na Concertação Social terem terminado sem acordo.

A FESAHT anunciou que vai aderir à greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho, em protesto contra uma reforma laboral que considera retrógrada e prejudicial aos trabalhadores. A paralisação visa defender direitos laborais e condições de trabalho.

A federação representa os setores da agricultura, alimentação, bebidas, hotelaria e turismo, e acusa Governo e patrões de tentar endurecer a legislação laboral, sobretudo num período de subida do custo de vida.

Segundo a FESAHT, a proposta pretende «proteger e aumentar a exploração dos empregadores» e não valorizar salários, horários ou dignidade profissional, repetindo críticas já feitas pela oposição social.

Contexto da reforma laboral e resposta sindical

O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, a proposta de lei de revisão da legislação laboral, que será enviada ao parlamento. Rosário Ramalho anunciou a medida numa conferência de imprensa, após o fim das negociações da Concertação Social sem acordo.

A federação sustenta que a reforma ameaça direitos como a contratação coletiva, a greve e a parentalidade, além de propor bancos de horas e outros mecanismos que, na opinião dela, fragilizam a proteção no trabalho.

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