- A Fundação Gulbenkian vai apoiar três casas de saída, também chamadas de casas de transição ou halfway houses.
- Uma será gerida pela associação O Companheiro, no Algarve; outra pela Confiar, na Área Metropolitana de Lisboa; a terceira pela Reshape, em Coimbra.
- A expectativa é que ainda durante 2026 as casas estejam a acolher as pessoas.
- A informação é partilhada por Luís Jerónimo, diretor do programa Gulbenkian Equidade e Sustentabilidade.
- O texto também indica que muitos reclusos saem da prisão sem rede de família e amigos.
A Fundação Gulbenkian vai apoiar três casas de saída para ex-prisioneiros, conhecidas como casas de transição. Uma ficará a cargo da associação O Companheiro no Algarve, outra da Confiar na Área Metropolitana de Lisboa, e a terceira da Reshape em Coimbra.
Segundo Luís Jerónimo, diretor do programa Gulbenkian Equidade e Sustentabilidade, espera-se que as casas comecem a acolher pessoas ainda em 2026. O objetivo é facilitar a reinserção social e apoiar a transição para a vida em comunidade.
O projeto reconhece que muitos reclusos saem sem uma rede de apoio familiar ou de amigos, o que dificulta a readaptação. O foco está no acolhimento temporário e no acompanhamento psicossocial para facilitar a autonomia.
Quem está envolvido e onde
- Algarve: a casa de saída será gerida pela associação O Companheiro.
- Área Metropolitana de Lisboa: a responsabilidade fica com a Confiar.
- Coimbra: a gestão fica a cargo da Reshape.
As três iniciativas integram o programa de apoio a pessoas que completaram a pena, visando fortalecer a transição para a vida civil sem estigma.
Entre na conversa da comunidade