- A CGTP apelou a uma “luta em convergência” para a greve geral de 3 de junho, contra o pacote laboral.
- O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, entregou o pré-aviso de greve e pediu a participação de todos os trabalhadores na rejeição da proposta.
- A greve geral visa posicionar-se contra o pacote laboral, com a central a defender que a medida deve ser retirada.
- Tiago Oliveira ironizou as críticas da UGT, que classifica a greve como extemporânea, dizendo que o objetivo é antecipar a posição do Governo.
- A CGTP afirmou que a greve pretende entregar o verdadeiro combate e pressionar o Governo, que já indicou apresentar uma proposta de lei.
O secretário-geral da CGTP pediu uma luta em convergência para a greve geral de 3 de junho, com o objetivo de derrotar o pacote laboral. O anúncio ocorreu momentos antes de entregar o pré-aviso de greve.
A CGTP destacou que a participação de todos os trabalhadores é essencial para rejeitar a proposta em discussão. Tiago Oliveira afirmou que é do interesse de todos enfrentar o pacote laboral neste momento.
Questionado sobre a ausência de adesão da UGT, o líder da CGTP insistiu que o objetivo é antecipar a resposta do Governo, que já indicou que apresentará uma proposta de lei no Parlamento. A CGTP pretende manter o foco no combate já iniciado.
A greve geral visa impedir a implementação das medidas laborais em análise, segundo a CGTP, que defende a retirada da proposta. A central observa que o confronto continua a ser travado de forma técnica e organizada.
Contexto
- A UGT não aderiu à paralisação, conforme declarações públicas, o que foi tema de análise pela CGTP.
- O Governo está a preparar uma proposta de lei relacionada com o pacote laboral, cujo conteúdo permanece em discussão.
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