- A Fenprof e a FNE dizem que uma proposta de alteração ao regime de mobilidade pode dificultar a aproximação à residência de professores que dão aulas longe de casa.
- A proposta foi apresentada esta segunda-feira nas reuniões entre a equipa ministerial e os sindicatos, no âmbito da revisão do Estatuto da Carreira Docente.
- Francisco Gonçalves, um dos secretários-gerais da Fenprof, garante que a proposta vai merecer contestação de alguns docentes.
- A situação já é crónica, com mais professores no Norte do país a ter de aceitar deslocar-se para vagas vazias no Sul.
- Atualmente, à mobilidade interna concorrem em primeira prioridade os professores de quadro com menos de oito horas letivas e, em segunda, os que querem mudar de quadro para se aproximarem da residência.
O que aconteceu: a Administração apresentou uma proposta de alteração ao regime de mobilidade no âmbito da revisão do Estatuto da Carreira Docente. A notícia foi discutida nesta segunda-feira durante reuniões entre a equipa ministerial e os sindicatos.
Quem está envolvido: o foco recai sobre a Fenprof e a FNE, organizações que representam os docentes. Francisco Gonçalves, um dos secretários-gerais da Fenprof, afirma que a proposta deverá ser contestada por alguns docentes.
Quando e onde: as reuniões ocorreram esta segunda-feira, em Portugal, no âmbito das negociações entre o Governo e os sindicatos sobre o Estatuto da Carreira Docente.
Porquê/impacto: a alteração pode dificultar a aproximação à residência de docentes que leccionam longe de casa, num contexto já marcado por deslocações entre Norte e Sul do país.
Detalhes atuais da mobilidade: hoje, a mobilidade interna atribui prioridade aos professores de quadro com menos de oito horas lectivas e, em segunda prioridade, aos que desejam mudar de quadro para se aproximar da residência.
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