- Mais de metade das escolas de Lisboa não tem financiamento garantido para obras, segundo o diagnóstico do observatório independiente Metaprof.
- O relatório aponta infiltrações, falhas elétricas e amianto como problemas graves em várias instituições da rede pública.
- Ao todo, dezenas de estabelecimentos apresentam intervenções urgentes identificadas, mas com lacunas de financiamento.
- A Câmara de Lisboa admite carências na maioria dos edifícios, explicando o acesso faseado às intervenções e garantindo que não existem situações de risco para a segurança.
Um observatório independente aponta problemas graves em escolas de Lisboa, incluindo infiltrações, falhas elétricas e amianto. O diagnóstico, elaborado pela Metaprof, envolve dezenas de estabelecimentos da rede pública.
Segundo o relatório, mais de metade das escolas da capital não tem financiamento garantido para obras de recuperação. A análise sustenta que as falhas estruturais persistem em bairros variados e que a intervenção é essencial para a segurança.
A Câmara Municipal de Lisboa admite carências estruturais na maioria dos edifícios, mas explica que as obras seguem num processo de faseamento, sem situações de risco imediato para a segurança.
Situação por estabelecimento
O levantamento descreve infiltrações em diferentes áreas dos imóveis, incluindo salas de aula e ginásios, e aponta instalações elétricas degradadas. A presença de amianto é mencionada como risco potencial, com prazos de intervenção ainda por definir no plano de obras.
As respostas oficiais reiteram que não há risco imediato, e que o investimento está distribuído ao longo de um plano plurianual, com prioridades definidas pelos técnicos municipais.
O estudo enfatiza a necessidade de financiamento estável para evitar agravamento das condições dos edifícios, que afetam a utilização regular das escolas da cidade.
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