O Sindicato dos Professores da Madeira (SPM) entregou hoje uma petição com 2.163 assinaturas no parlamento regional, exigindo a regularização da carreira docente. A peça foi dirigida aos deputados, para exigir o cumprimento de compromissos assumidos em época eleitoral.
A entrega ocorreu junto da presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Rubina Leal, e motivou uma conferência de imprensa na região central de Funchal. O SPM sustenta que as promessas não foram materializadas até ao momento.
Entre as reivindicações, o sindicato pede a recuperação de três anos de serviço perdidos na transição entre carreiras para docentes vinculados antes de 2011, e até dois anos de serviço para progressões aos 5.º e 7.º escalões. Exige também a extinção de vagas para progressão na carreira na Madeira.
Outra prioridade passa pela retificação do índice de remuneração dos contratados não profissionalizados. O SPM afirma que estas medidas são urgentes para evitar a saída de docentes da região, ante o custo de vida elevado.
O coordenador Francisco Oliveira frisou que a Assembleia tem a obrigação de regularizar a carreira e destacou que as petições com mais de 1.500 assinaturas podem ser debatidas em plenário, segundo o regulamento da Assembleia.
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