- Milhares de trabalhadores da Samsung Electronics manifestaram-se em Seul, exigindo bónus mais elevados e ameaçando uma greve de dezoito dias caso não haja acordo.
- A passeata, junto ao complexo de Pyeongtaek, foi apresentada pelos sindicatos como o maior protesto de trabalhadores da fabricante de semicondutores.
- A Efe relata que participaram cerca de 34.000 pessoas, menos que a estimativa de 39.000, conforme fontes JoongAng Daily e Chosun Daily.
- Os trabalhadores querem eliminar o limite atual de bónus de desempenho, fixado em até cinquenta por cento do salário anual, substituindo-o por um sistema que reserve quinze por cento do lucro operacional aos incentivos.
- O sindicato indica que, se a empresa tiver um lucro operacional de trezentos mil milhões de wons, o fundo para bónus seria de quarenta e cinco mil milhões; a greve pode ocorrer entre vinte e um de maio e sete de junho, caso não haja acordo.
Milhares de trabalhadores da Samsung Electronics protestaram em Seul para exigir bónus mais elevados, com a ameaça de uma greve de 18 dias caso as negociações falhem. A manifestação ocorreu junto ao complexo de Pyeongtaek, o maior centro de fabrico de semicondutores do mundo.
Segundo as estruturas sindicais, o protesto juntou-se a uma plataforma de três sindicatos e foi o maior já registado entre os trabalhadores da fabricante sul-coreana de chips. As autoridades estimaram 34.000 participantes, abaixo da previsão de 39.000, adiantam a Efe e os jornais JoongAng Daily e Chosun Daily.
Os trabalhadores pedem a eliminação do limíte atual para o bónus de desempenho, que pode chegar a 50% do salário anual, e a substituição por um sistema que destine 15% do lucro operacional a incentivos. Com lucro operacional de 300 biliões de wons previstos este ano, o fundo de bónus poderia chegar a 45 biliões.
O dirigente sindical Choi Seung-ho alertou que uma interrupção na produção por 18 dias poderia gerar um impacto de cerca de 18 biliões de wons. Na ausência de acordo, a greve deverá ocorrer entre 21 de maio e 7 de junho.
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