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Taxa de conclusão do ensino secundário cai 10,7 p.p. em 2024/25

Queda de 10,7 pontos percentuais na conclusão do secundário em 2024/25 explica menos colocados na 1.ª fase do concurso ao ensino superior, com cerca de seis mil lugares a menos

Taxa de conclusão do ensino secundário em 2024/25 diminuiu 10,7 pontos percentuais
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  • A taxa de conclusão do ensino secundário em 2024/2025 diminuiu 10,7 pontos percentuais face ao ano anterior.
  • Em 2025 houve uma redução de seis mil colocados na 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior.
  • A taxa de conclusão nos cursos científico-humanísticos caiu de 90,1% para 79,4% entre 2023/24 e 2024/25.
  • A quebra nas entradas não foi compensada pelas fases subsequentes, o que pode afetar a meta de ter 50% dos adultos entre 25 e 34 anos com diploma até 2030.
  • A afetação deve-se, entre outros fatores, à exigência mínima de duas provas de ingresso, que explicou cerca de 46% da quebra na 1.ª fase de 2025/26, somada a volatilidade de classificações e redução da população jovem.

A taxa de conclusão do ensino secundário em Portugal entre 2024/25 caiu 10,7 pontos percentuais face ao ano anterior. O dado surge num estudo do gabinete da secretária de Estado do Ensino Superior, citado pelo jornal Público, e aponta para menos colocações na 1.ª fase do concurso de acesso ao ensino superior.

Segundo o relatório, em 2025 houve uma quebra de cerca de seis mil colocados na 1.ª fase do concurso nacional. A descida está associada à menor percentagem de estudantes que concluíram o secundário, especialmente nos cursos científico-humanísticos.

Contexto e dados-chave

O estudo indica que, em 2023/24, 90,1% dos alunos de cursos científico-humanísticos tinham concluído o secundário; em 2024/25, esse indicador caiu para 79,4%. A mudança reduz o universo de candidatos elegíveis e, por consequência, o total de colocações.

O documento sustenta que a queda não foi compensada pelas fases seguintes nem por outras vias de acesso. A diminuição de candidatos pode afetar a meta de 2030 de ter 50% dos adultos com diploma superior, segundo a análise.

Além disso, o relatório aponta que a volatilidade das classificações dos exames e o aumento do número mínimo de provas de ingresso contribuíram para restringir o acesso. O estudo também aponta fragilidades no sistema de ação social e uma população jovem em redução como fatores ligados à queda.

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