- Estudo financiado pela Comissão Europeia avaliou a integridade académica entre quase 3.300 alunos de quatro países: Dinamarca, Irlanda, Portugal e Suíça.
- Participaram no projecto o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto e instituições de vários países.
- Os resultados indicam que jovens do ensino secundário, licenciatura e doutoramento têm dificuldade em identificar práticas questionáveis em citações, autoria, identificação de fontes e tratamento de dados.
- O objetivo é capacitar para a ética académica e a integridade através de formação e divulgação de boas práticas.
- O estudo envolve Portugal entre os países participantes, com foco na capacidade de reconhecer condutas inadequadas na investigação.
O estudo europeu, financiado pela Comissão Europeia, analisa a integridade académica entre estudantes. Participaram alunos de Dinamarca, Irlanda, Portugal e Suíça, com enfoque na ética e integridade no âmbito académico. O objetivo é avaliar competências e perceções nessa área.
Entre os participantes, estiveram quase 3300 alunos de ensino secundário, licenciatura e doutoramento. O Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto integrou a equipa portuguesa. O projeto visa capacitar estudantes para identificar práticas questionáveis.
Os resultados indicam que muitos jovens enfrentam dificuldades em identificar questões de integridade, nomeadamente em citações, autoria, identificação de fontes e tratamento de dados. As conclusões apontam para necessidades de formação mais robusta nesta área.
Resultados do estudo
O estudo destaca a variabilidade entre os países e o tipo de ciclo académico. Pesam fatores como formação prévia, contexto institucional e exposição a normas de conduta. Os investigadores pretendem orientar políticas e programas de ética académica.
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