- Os bispos pedem respostas eficazes no combate à pobreza e à proteção da dignidade de cada pessoa.
- Chamam a atenção para a problemática das migrações, desafio para a Igreja e para a sociedade, agravado pelo crescimento de discursos de rejeição e dificuldades de acolhimento e integração.
- Na reunião magna, foi eleito o novo presidente do colégio episcopal, o bispo de Coimbra, Virgílio Antunes.
- O processo de compensações financeiras às vítimas de abusos sexuais por membros do clero está em fase de conclusão, com nove pedidos ainda em análise.
- O episcopado compromete-se a manter o acolhimento e acompanhamento às vítimas e a reforçar a prevenção e a formação para consolidar uma cultura de proteção e cuidado.
A Conferência Episcopal Portuguesa pediu respostas eficazes no combate à pobreza, defendendo políticas que salvaguardem a dignidade das pessoas mais vulneráveis. Os bispos destacaram a necessidade de evitar a normalização da pobreza e do abandono.
Na sessão magna que marcou a eleição do novo presidente do colégio, Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, foi também discutido o tema das compensações financeiras às vítimas de abusos sexuais de clero. O dossiê encontra-se em fase de conclusão, com nove pedidos ainda em análise.
O episcopado reiterou o compromisso com o acolhimento e acompanhamento das vítimas, ainda que o processo se aproxime do fim. Reforça, igualmente, a prioridade de prevenção e formação, para consolidar uma cultura de proteção e cuidado.
Os bispos alertaram para a migração como desafio para a Igreja e a sociedade, especialmente pela subida de discursos de rejeição e pelas dificuldades de acolhimento e integração. O comunicado final também sublinhou a necessidade de políticas públicas mais justas e eficazes.
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