- Patrões vão estar presentes na reunião de hoje com o Governo e a UGT sobre a reforma laboral, após indicação inicial de ausência.
- Confederações CAP, CCP, CIP e CTP confirmam presença, contrariando a informação anterior de que não iriam participar.
- A UGT rejeitou por unanimidade a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo, alegando que o documento não era a versão mais recente.
- Os patrões dizem ter participado em mais de 200 horas de reuniões e que a versão em mãos melhorou face à apresentada inicialmente.
- O Governo convocou a reunião e a UGT pediu a continuação do processo em Concertação Social; o Executivo mantém a porta aberta para continuar as negociações.
As confederações patronais vão participar na reunião marcada para esta segunda-feira com a ministra do Trabalho e a UGT, no âmbito das alterações à lei laboral. A presença foi confirmada pela Lusa, citando uma fonte oficial.
Inicialmente, dizia-se que os patrões não iriam estar presentes na reunião, após a UGT ter rejeitado a proposta escrita de alterações apresentada pelo Governo. A mudança de posição junta as confederações CAP, CCP, CIP e CTP à mesa.
O encontro decorre num momento em que o Governo tenta chegar a um acordo sobre a revisão da legislação laboral. A UGT rejeitou a versão apresentada, alegando que não refletia a discussão mais recente e pretendia reabrir pontos já fechados.
Mudança de posição dos patrões
As confederações afirmaram que o processo negocial contou com mais de 200 horas de reuniões e permitiu melhorar significativamente a proposta inicial do Governo. Acrescentaram que receberam positivas reações à versão que apresentaram recentemente.
Entretanto, as organizações patronais indicaram que continuarão a defender os avanços obtidos na última versão da proposta, que consideram ter tido grande acolhimento entre os negociadores da UGT.
O Governo convocou a reunião com a UGT e as quatro confederações para discutir alterações à lei laboral. A instituição reiterou que mantém a porta aberta a completar a negociação, mesmo após o voto de rejeição da proposta pelo secretariado nacional da UGT.
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