Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Patrões acusam UGT de romper consensos e comprometer negociação pacote laboral

Patronais acusam UGT de ignorar consensos, comprometendo a confiança e o andamento da revisão à lei laboral

Armindo Monteiro, presidente da CIP
0:00
Carregando...
0:00
  • O Governo convocou a UGT e as quatro confederações empresariais para uma reunião na segunda-feira, no âmbito do processo negocial sobre alterações à lei laboral.
  • As confederações criticaram a UGT por rejeitar a proposta de revisão laboral, alegando que a central ignorou consensos e comprometeu a confiança no processo.
  • Em comunicado conjunto, a CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal), a CCP (Confederação do Comércio e Serviços de Portugal), a CIP (Confederação Empresarial de Portugal) e a CTP (Confederação do Turismo de Portugal) disseram que a rejeição incidiu sobre um documento que não era a versão mais recente.
  • Garantem que o documento rejeitado não incluía pontos discutidos e validados na última reunião, e acusam a UGT de reabrir discussões sobre questões já fechadas.
  • As confederações destacam que o processo envolveu mais de 200 horas de reuniões, tenha melhorado substancialmente a proposta inicial do Governo, e salientam deterioração da confiança entre as partes; o Presidente da República mostrou disponibilidade para ouvir, e haverá audiência para expor avanços da versão mais recente.

O Governo convocou a UGT e as quatro confederações patronais para uma reunião na segunda-feira, no âmbito do processo negocial sobre alterações à lei laboral. O objetivo é esclarecer pontos em falta e tentar desbloquear o impasse existente. A convocatória surge após o Secretariado Nacional da UGT ter rejeitado por unanimidade a proposta de revisão apresentada pelo Governo.

As confederações patronais criticam a posição da UGT, alegando que a central ignorou consensos e comprometeu a confiança no processo. Em comunicado conjunto, CAP, CCP, CIP e CTP dizem que a proposta rejeitada não correspondia à versão mais recente, preparada por todas as partes com validação parcial.

Sobre o conteúdo e o processo negocial

As confederações sustentam que o documento rejeitado não incluía aspetos discutidos na última reunião, e que a UGT pretendia reabrir pontos já fechados. Acrescentam que a decisão afastou avanços consensualizados e não respeitou o processo de boa-fé.

Contexto e participação

Relatam cerca de 200 horas de reuniões durante o processo negocial e afirmam que a proposta evoluiu significativamente para melhorar a competitividade da economia, ao mesmo tempo que salvaguarda direitos dos trabalhadores. Mantêm que, apesar do desgaste, houve contribuições para uma reforma laboral mais equilibrada.

Reações e próximos passos

As confederações dizem que o desfecho deteriorou a confiança entre as partes, condicionando o futuro do processo. O Presidente da República mostrou disponibilidade para receber as partes, com a ideia de apresentar os avanços da última versão da proposta. O Governo reiterou que mantém a porta aberta para completar a negociação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais