- O Papa Leão XIV respondeu às críticas do presidente Donald Trump, a bordo do avião papal a caminho da Argélia, dizendo que não tem medo da administração Trump.
- Reiterou que os apelos do Vaticano pela paz e pela reconciliação se baseiam no Evangelho e não visam atacar ninguém.
- Afirmou que não vai entrar em debate e que pretende manter a missão da Igreja no mundo de hoje.
- Observou que a mensagem do Evangelho é clara: bem-aventurados os pacificadores, e que pretende promover pontes de paz para evitar guerras sempre que possível.
- Concluiu, de forma direta, que não tem medo da administração Trump.
O Papa Leão XIV respondeu, nesta segunda-feira, às críticas feitas pelo presidente Donald Trump. O pontífice afirmou não sentir medo da administração norte-americana e reforçou que os apelos do Vaticano pela paz e pela reconciliação têm origem no Evangelho, durante a viagem de avião papal para a Argélia.
O líder da Igreja Católica esclareceu que não pretendia atacar Trump com a sua mensagem. Afirmou que a mensagem evangélica não pode ser equiparada a qualquer ação política e pediu que se compreenda a diferença entre fé e política, destacando a ideia de que bem-aventurados são os pacificadores.
Leão XIV deixou claro que não recuará na divulgação da mensagem de paz e encorajou a busca por pontes de reconciliação e pela prevenção de conflitos sempre que possível. A declaração foi feita aos jornalistas a bordo do avião que o transportava para a Argélia, segundo a agência Associated Press.
Contexto das declarações
O Papa reiterou que não teme a administração Trump e insistiu na importância de valores como a paz e a reconciliação na visão da Igreja. A caminho de Argélia, o líder religioso reforçou que a missão da Igreja permanece focalizada na construção de caminhos de diálogo e cooperação global.
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