- O ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse que o ensino artístico será valorizado e que os novos concursos devem ocorrer em junho, após reunião no Porto.
- Foram abertas 1.406 vagas para técnicos especializados nas escolas.
- O rácio de alunos por psicólogo será reduzido pela metade, para responder a uma área considerada crítica.
- A Fenprof acusa o ministério de não abrir vagas nem concurso para mais de uma centena de professores do ensino artístico da Música e da Dança, que ficam fora do concurso nacional.
- No dia em que encerram as candidaturas para o concurso nacional, há 8.465 vagas para educadores e professores do ensino básico e secundário, segundo as informações disponíveis.
O ministro da Educação, Fernando Alexandre, afirmou que o ensino artístico é valorizado pelo Ministério e que a colaboração com entidades formadoras é essencial. As declarações foram feitas no Porto, após uma reunião com diretores de agrupamentos e autarcas para apresentar o novo organograma.
O governante revelou que foram criadas 1.406 vagas para técnicos especializados nas escolas. Anunciou ainda a redução do rácio de alunos por psicólogo, que passa a ser metade, apontando para uma área crítica do sistema.
As candidaturas ao concurso nacional para o próximo ano letivo terminam hoje, com 8.465 vagas disponíveis para educadores do ensino básico e secundário. A Fenprof critica a ausência de vagas para docentes do ensino artístico especializado.
Fenprof denuncia falhas no apuramento de vagas
A Federação Nacional dos Professores sustenta que dezenas de docentes de música e dança aguardam abertura de vagas para 2026/2027, sem portaria publicada. A organização considera a situação de grande gravidade para docentes que podem vincular em quadro.
Segundo a Fenprof, não há calendário ou orientação pública sobre o processo de concurso. A associação exige o apuramento imediato das vagas e a abertura urgente do concurso, para cumprir a lei e ver os docentes contemplados.
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