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Um terço dos pedidos para abrir cursos superiores foram rejeitados

Em 2025, universidades e politécnicos apresentaram 336 propostas de novos ciclos; a A3ES avaliou 391 e um terço não recebeu luz verde para avançar

As instituições públicas são responsáveis por 56% das propostas de novos ciclos de estudo
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  • Em 2025, universidades e politécnicos apresentaram 336 propostas de novos ciclos de estudo.
  • No total, entre as entradas atuais e os processos de anos anteriores, a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) avaliou 391 pedidos.
  • Cerca de um terço desses processos não recebeu luz verde para avançar.
  • A maior fatia rejeitada concentrou-se nas áreas de ciências sociais, comércio e direito.
  • Mesmo com menos candidatos ao ensino superior, as instituições públicas e privadas continuam a criar novos cursos em Portugal.

Em 2025, o sistema educativo português viu universidades e politécnicos submeterem 336 propostas de novos ciclos de estudo.

A lista inclui processos que já vinham de anos anteriores e outros criados mais recentemente.

A avaliação foi realizada pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

Nenhum comentário adicional foi incluído neste texto.

Ao todo, a A3ES avaliou 391 propostas de novos cursos, considerando o conjunto de entradas até 2025.

Entre os projetos avaliados, uma parte significava mudanças ou criações em áreas diversas.

A proporção de aprovações ainda não foi detalhada pela agência no resumo público disponível.

A maior parte dos pedidos aprovados concentrou-se nas áreas das ciências sociais, comércio e direito.

Estas áreas destacam-se pela elevada procura de novas ofertas formativas por parte das instituições.

Enquanto isso, nem todos os cursos apresentados tiveram parecer favorável para avançar.

Um terço das propostas não recebeu luz verde para avançar, segundo a A3ES.

A agência reforça que as decisões seguem critérios de qualidade, relevância e sustentabilidade pedagógica.

As instituições públicas e privadas mantêm o objetivo de ampliar a oferta formativa, mesmo com a redução de candidatos.

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