- A STCP Serviços, empresa da Câmara do Porto, acabou com a tarifa especial de estacionamento no Terminal Intermodal de Campanhã para quem tivesse um título de viagem válido, a partir de 1 de abril.
- A única tarifa especial passa a ser o cartão pré-pago para estacionamento até 72 horas, no valor de 20 euros.
- Até agora, quem comprava viagem pagava 3 euros por 24 horas, 5,50 euros até 48 horas e 10 euros até 72 horas no parque da Rua da Bonjóia.
- A STCP justifica a alteração pela elevada procura e pela necessidade de assegurar o serviço de apoio ao Terminal, especialmente no sistema de rotação por períodos curtos.
- A CDU critica a decisão e solicita esclarecimentos sobre quem a decidiu, o fundamento e o impacto nos utentes, defendendo que o aumento afeta a mobilidade pública e a gestão democrática da matéria.
A STCP Serviços, empresa da Câmara do Porto, decidiu eliminar a tarifa especial no estacionamento para quem tivesse um título de viagem válido no Terminal Intermodal de Campanhã (TIC). A medida entra em vigor no dia 1 de Abril. A única tarifa especial passa a ser o cartão pré-pago para estacionamento até 72 horas, no valor de 20 euros. Local: TIC, Rua da Bonjóia, Porto. A mudança visa gerir a elevada procura e assegurar o apoio ao terminal, sobretudo em permanência de rotação por períodos curtos.
Antes, quem possuía bilhete de viagem adquirido pagava 3 euros por 24 horas, 5,50 euros até 48 horas e 10 euros até 72 horas no parque de estacionamento do TIC. A STCP justifica a alteração pela procura elevada e pela necessidade de manter o serviço de apoio ao terminal, especialmente em rotinas de curta duração.
Alteração de tarifa
A CDU criticou a decisão, vendo-a como um agravamento de custos para quem usa transportes públicos de longa distância. A digestão da medida aponta para um aumento significativo de custos que afeta quem articula uso de automóvel com o transporte público. O grupo pediu esclarecimentos sobre quem tomou a decisão, os fundamentos e o impacto para os utentes, questionando a compatibilidade com objetivos de mobilidade pública.
A CDU também disse que a decisão reforça os alertas sobre matérias políticas, como o regime tarifário, que passariam a ser definidas por uma entidade empresarial com menor controlo democrático. A autarquia foi questionada pela comunicação sobre a quantidade de utilização das tarifas especiais e se a medida é permanente, com a Lusa a pedir esclarecimentos adicionais.
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