- Bebé de sete meses, chamada Matilde, ainda não tem certidão de nascimento nem registo; não possui número de Segurança Social nem acesso ao Plano Nacional de Vacinação.
- O nascimento ocorreu na ambulância, e o Hospital das Caldas da Rainha recusa emitir a certidão de nascimento.
- O parto aconteceu às 03h53, já à entrada da unidade de saúde, em setembro do ano passado, tendo sido divulgado inicialmente nas redes sociais.
- Doa a Quem Doer também revela alegada operação de uma rede de crime organizado com negócios falsos e burlas que deixou milhares de euros em prejuízo a vítimas.
- O texto não indica resolução ou responsabilidades até ao momento.
O nascimento de Matilde ocorreu numa ambulância, antes da transferência para o Hospital das Caldas da Rainha, em horário ainda da madrugada. O casal pede uma certidão de nascimento que não foi emitida pela unidade hospitalar. A ausência de documento impede o registo da bebé no sistema.
Matilde tem sete meses e não consta na Segurança Social nem no plano nacional de vacinação. O hospital adiantou que não pode emitir a certidão até a criança estar registada, o que dependia do registo no posto de nascimento. A situação mantém-se sem data para resolução.
Segundo informações de responsáveis locais, a família tem recorrido a diferentes vias para normalizar o registo, temendo impactos futuros no acesso a serviços de saúde. A história ganhou notoriedade pelas redes sociais, com descrições do nascimento na ambulância.
Contexto e desdobramentos
O episódio envolve ainda acusações relacionadas com uma rede de crime organizado, com alegações de negócios falsos e burlas que teriam lesado várias pessoas em milhares de euros. O portal Doa a Quem Doer traz o tema em destaque.
Até ao momento, não houve confirmação oficial de responsáveis ou de ligações entre o caso de Matilde e as alegações sobre a rede criminosa. Não foi divulgada a reação do hospital ou de entidades reguladoras. As autoridades não se pronunciaram publicamente.
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