- Centenas de pessoas manifestaram-se em Lisboa para assinalar o dia da visibilidade trans, com início às 15h30 no Largo do Intendente e encaminhamento para a Ribeira das Naus.
- Durante a marcha ouviram-se palavras de ordem como “abaixo o patriarcado” e encontravam-se cartazes com mensagens como “protect trans kids (protejam as crianças trans)”.
- Uma ativista participante, Salema Yahudah, da associação Transmutar, considerou as medidas aprovadas recentemente pela Assembleia da República medievais.
- Yahudah afirmou que as propostas são completamente inúteis.
- A marcha é organizada por associações defensoras de direitos trans, incluindo a Transmutar.
Conhecida pela defesa dos direitos da comunidade trans, a manifestação em Lisboa teve centenas de participantes. O protesto teve início às 15h30 no Largo do Intendente e seguiu para a Ribeira das Naus, mantendo o percurso a pé.
Os manifestantes expressaram as suas reivindicações com palavras de ordem e sinalização pública. Em cartazes, foram sugeridas mensagens de apoio à visibilidade trans e de críticas a políticas consideradas insuficientes para promover direitos e proteção dessa comunidade.
Entre os organizadores, a associação Transmutar desempenhou um papel ativo na coordenação da marcha. Salema Yahudah, ativista ligada à organização, criticou as medidas aprovadas recentemente pela Assembleia da República, classificando-as como medievais e sem utilidade prática para a melhoria da vida das pessoas trans.
A ação ocorreu em Lisboa com cobertura de destacamentos de segurança e apoio institucional, mantendo o foco no tema da visibilidade trans e na defesa de direitos civis. A marcha seguiu o seu itinerário habitual, sem incidentes reportados até ao momento.
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