- Em Pombal, já foram apresentadas 1.800 candidaturas para apoios do Estado destinadas às vítimas das tempestades de janeiro e fevereiro.
- O presidente da Câmara Municipal de Pombal, Pedro Pimpão, afirma que faltam documentos, apesar de as famílias aguardarem respostas.
- Casal Velho, em Pombal, vive entre prejuízos nas habitações e telhas derrubadas, com moradores a falar de perdas emocionais profundas.
- Em Alto dos Crespos, Jorge Calvarino relata casa e armazéns danificados, sem luz e com necessidade de máscara de oxigênio na noite.
- Na Figueira da Foz, Madalena Adão viu janelas destruídas pelo telhado de uma antiga universidade; vereadora Cláudia Rocha estima prejuízos em habitações superiores a dois milhões de euros.
Em Pombal, o país enfrentou tempestades que desmoronaram infraestruturas em janeiro e fevereiro. Casal Velho, casa de Alzira Louro, 73 anos, ficou com telhas arrancadas; a moradora teme não ver os filhos novamente. O tempo de incerteza persiste.
Em Alto dos Crespos, Jorge Calvarino também regista prejuízos na casa, em terrenos e armazéns. Sem assistência visível, afirma ter ficado às escuras e ter usado um gerador para conseguir dormir.
Em Pombal, já foram submetidas 1800 candidaturas para apoios do Estado, prometidos quando a chuva ainda caía. O presidente da Câmara, Pedro Pimpão, evita falar em burocracia, alegando faltarem documentos.
Despesa e apoio estatal
Na Figueira da Foz, Madalena Adão viu as janelas da casa ficar destruídas pelo telhado de uma antiga universidade. Sem seguro, continua a depender dos apoios do Estado para reconstrução.
Cláudia Rocha, vereadora municipal, aponta prejuízos em casas particulares estimados em pelo menos dois milhões de euros, reflectindo o impacto económico nas famílias afetadas.
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