- A greve da função pública está marcada para segunda-feira, das 00h00 às 23h59, abrangendo administração central, regional e local.
- O secretário-geral da Fesinap antecipa uma adesão “forte”, com os setores da saúde e da educação a serem os mais afetados.
- A greve envolve perto de 9 mil trabalhadores representados pela Fesinap e afeta também o Instituto dos Registos e do Notariado, a Direção-Geral da Administração da Justiça, a Agência para a Integração Migratórias e Asilo, e o Instituto da Segurança Social.
- Entre os motivos estão atrasos na avaliação de desempenho na Administração Pública, a criação da carreira de técnico auxiliar de ação educativa e o reforço das contratações para o setor da saúde.
- A Fesinap exige revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho da Administração Pública (SIADAP), com a eliminação de quotas, e pretende ser recebida pelo Governo para apresentar propostas e integrar negociações.
O Fesinap prevê uma adesão “forte” à greve da função pública, marcada para segunda-feira, com os setores da saúde e da educação a assumirem o maior impacto. A greve decorre entre as 00h00 e as 23h59, abrangendo a administração central, regional e local.
Segundo o secretário-geral da Fesinap, a adesão deverá ser elevada em vários organismos do Estado, incluindo o Instituto dos Registos e do Notariado, a Direção-Geral da Administração da Justiça, a Agência para a Integração Migrações e Asilo e o Instituto da Segurança Social.
Entre as razões para a paralisação constam atrasos na avaliação de desempenho na Administração Pública, a criação da carreira de técnico auxiliar de ação educativa e um reforço das contratações no setor da saúde.
A Fesinap aponta que o atual Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho (SIADAP) é injusto e defende a eliminação de quotas, tal como já acontece nos Açores. A revisão do SIADAP integra o acordo plurianual de valorização dos trabalhadores.
De acordo com Mário Rui, o secretário-geral, a federação pretende ser recebida pelo Governo para apresentar propostas e participar nas negociações habituais entre o executivo e a administração pública. O início das negociações está previsto para o segundo semestre.
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