- Tyra Banks entrou com ação contra a Netflix, alegando que o documentário Reality Check: Inside America’s Next Top Model distorceu as suas declarações.
- A reportagem afirma ter estado em entrevista de mais de três horas e meia, mas apenas cerca de 16 minutos foram usados na versão final.
- A modelo sustenta que a edição retirou contexto essencial e apresentou fragmentos isolados que alteram o sentido das respostas.
- O processo pede indemnização por danos à reputação e possíveis perdas profissionais, com o caso a ser julgado por júri.
- Adrianne Curry reagiu nas redes sociais à sua queixa, fazendo comentários críticos, ainda que não tenha participado no documentário.
Tyra Banks moveu uma ação em tribunal dos EUA contra a Netflix, alegando que a participação no documentário Reality Check: Inside America’s Next Top Model foi editada para distorcer as suas declarações. A antiga apresentadora sustenta que a produção construiu uma narrativa prejudicial à sua imagem. O processo envolve a editoração do material de uma entrevista de mais de três horas.
A queixa afirma que apenas cerca de 16 minutos do material foi utilizado na versão final, sem o enquadramento necessário. Banks alega que a seleção de excertos retirou contextos importantes, dificultando a compreensão das respostas dadas durante a entrevista.
Na ação, a artista diz ter respondido a questões sobre episódios polémicos do programa, críticas ao formato e decisões de produção. Argumenta que parte dessas respostas não foi incluída e que a montagem apresenta fragmentos isolados que alteram o significado original.
Alegações sobre edição do documentary
A queixa descreve que o resultado final não corresponde ao testemunho integral prestado. Banks afirma ter ficado sem visão prévia de como as suas respostas seriam utilizadas na montagem final.
Reações e contexto
Adrianne Curry, vencedora da primeira edição de America’s Next Top Model, reagiu nas redes sociais com tom crítico à ação. Curry questionou a alegação de que a edição prejudicou Banks.
Curry não participou no documentário, mas já reconhecia, publicamente, o impacto do programa e as críticas ao seu legado. A resposta de Banks surge num momento de crescente escrutínio sobre a edição de conteúdos documentais.
Pedido e desfecho judicial
Banks solicita que o caso seja julgado por júri, buscando indemnização por danos à reputação e possíveis perdas profissionais. A queixa sustenta ainda que não houve acesso prévio à forma como as respostas seriam usadas na montagem.
Netflix e demais envolvidos não emitiram declarações públicas até ao momento da apresentação da ação. O processo continua a evoluir nos tribunais.
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