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Tyra Banks processa Netflix por difamação no documentário de America’s Next Top Model

Tyra Banks entra com ação contra Netflix por difamação, alegando edição enganosa de America's Next Top Model que prejudica a sua reputação e oportunidades de trabalho

Tyra Banks foi apresentadora de *America's Next Top Model* entre 2003 e 2015
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  • Tyra Banks processa a Netflix por difamação relacionada com o documentário sobre o programa America’s Next Top Model, lançado em fevereiro passado.
  • A apresentadora alega que as suas declarações foram editadas para criar uma narrativa falsa e pede indemnização adequada aos danos.
  • Os advogados de Banks afirmam que ela participou na entrevista de três horas e meia com total liberdade, mas apenas 16 minutos foram utilizados nos três episódios.
  • A queixa aponta que trechos foram editados para explorar o trauma de uma concorrente, sugerindo que Banks permitiu abuso sexual sem recordar o ocorrido, o que é contestado pela defesa.
  • Nem as concorrentes nem a Netflix comentaram o processo até ao momento.

Tyra Banks processa a Netflix por difamação relacionada com o documentário sobre America’s Next Top Model. A apresentadora contesta a forma como as suas declarações foram editadas e afirma que o filme revela uma narrativa enganosa sobre o concurso de moda dos anos 2000.

Segundo os documentos legais, entregues no sábado, 13 de Junho, Banks pretende que o caso siga para julgamento. Pede uma indemnização adequada aos prejuízos sofridos desde a estreia da série documental em Fevereiro.

A equipa jurídica afirma que a apresentadora participou no inquérito com a convicção de oferecer uma visão transparente sobre o legado do programa. A defesa sustenta que não houve limitação de tópicos e que a entrevista durou cerca de três horas e meia.

Detalhes do processo

A ação sustenta que apenas 16 minutos das declarações de Banks foram exibidos nos três episódios. Os advogados asseguram que os excertos foram editados para sustentar uma narrativa difamatória e prejudicar a reputação da apresentadora.

A queixa descreve que o documentário pode ter impactos reputacionais e ter causado perdas de oportunidades de trabalho nos meses recentes. A jurista de Banks reforça que as escolhas de edição distorceram fatos apresentados ao público.

Caso envolvendo Shandi Sullivan

A queixa refere um episódio da segunda temporada em Itália, onde uma concorrente afirma ter sido vítima de uma agressão sexual durante as filmagens. A situação é apresentada no documentário como uma traição, o que a defesa de Banks contesta como uma leitura incorreta.

Banks afirma que a edição dos seus comentários sobre o caso pode sugerir que allowed a concorrente sofreu abuso apenas para aumentar a audiência, argumento que contesta como falso. A promotora do processo alega dano à reputação e impacto profissional recente.

Contexto e reação

As concorrentes que participaram no documentário ainda não se pronunciaram, e a Netflix não comentou publicamente as notícias. Banks tornou-se conhecida como apresentadora de ANTM entre 2003 e 2015, tendo apresentado 22 temporadas.

O programa acabou por reduzir a popularidade do formato e enfrentou críticas por promover padrões de beleza restritivos e, em alguns momentos, por acentuar questões de bem-estar entre modelos.

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