- A Academia norte‑americana anunciou que atores e guiões gerados por inteligência artificial não serão elegíveis para os Óscares.
- Nas categorias de atores, apenas papéis creditados oficialmente no filme e interpretados por seres humanos com consentimento são considerados elegíveis.
- As novas regras estabelecem explicitamente que os guiões devem ser escritos por humanos para serem elegíveis.
- A mudança visa clarificar os critérios de elegibilidade nas categorias principais dos Óscares.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos anunciou hoje que atores e guiões gerados por inteligência artificial não serão elegíveis para os Óscares. A decisão faz parte de um conjunto de regras revisadas para a edição em curso.
Segundo a instituição, apenas papéis oficialmente creditados e interpretados por pessoas, com consentimento, podem entrar nas categorias de atuação.
As novas regras deixam claro que os guiões precisam ser escritos por humanos para manterem a elegibilidade, reforçando a distinção entre criatividade humana e produção computacional. A Academia afirma ainda que as regras visam clarificar critérios de elegibilidade em todas as categorias.
Detalhes das regras
Nesta atualização, a Academia especifica que a elegibilidade dos papéis depende de créditos oficiais apresentados no filme e da comprovação de atuação por parte de seres humanos. A instituição não indicou sanções específicas para casos verificáveis de IA, limitando-se a definir o que é considerado elegível.
Fontes envolvidas no processo indicam que a mudança visa assegurar transparência quanto à origem criativa dos conteúdos submetidos aos Óscares. As novas regras entram em vigor para futuras submissões.
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