- O Diabo Veste Prada celebra 20 anos desde a estreia e mantém a crítica ao mundo da moda.
- O filme original aponta o dedo aos ultra-mega-ricos; a sequela foca patrocinadores de alta-costura, como Elon Musk e Jeff Bezos.
- Miranda Priestly e Andrea Sachs, agora jornalista consagrada, unem esforços para salvar a revista Runway, que enfrenta uma forte quebra de vendas.
- A narrativa sugere que Bezos manifestou interesse em comprar a U.S. Vogue e outras publicações; a editora é Anna Wintour, inspirando a personagem Miranda Priestly.
- Críticas internacionais ao filme estão sob embargo mundial até quarta-feira.
O Diabo Veste Prada mantém a veia crítica vinte anos depois. O filme original colocou a moda sob escrutínio, com Miranda Priestly a impor padrões inatingíveis. Andrea Sachs, interpretada por Anne Hathaway, tornou-se referência na troca entre jornalismo e indústria.
Nesta semana, chega aos ecrãs a sequela da comédia, que volta a mirar o elitismo do mundo da alta-costura. Miranda Priestly e Andrea Sachs, agora jornalistas experientes, unem forças para salvar a revista Runway, diante de uma queda acentuada de vendas.
Sequela marca nova crítica
A narrativa associa o fenómeno aos ultrarricos que patrocinam eventos de luxo, citando nomes da esfera tech e dos media. Elon Musk, Jeff Bezos e Lauren Sánchez Bezos aparecem como símbolos de poder financeiro. A produção insere paralelismos com episódios recentes do sector editorial.
Bezos já manifestou interesse na compra de títulos de referência, como a U.S. Vogue, o que acrescenta camadas de leitura à ficção. O elenco inclui Emily Blunt, cuja personagem é associada a estas dinâmicas de riqueza e influência, sem deixar de lado a crítica social pretendida pelo filme.
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