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Michael Jackson: branqueamento em nome do capital

Biopic Michael questiona o controlo dos herdeiros e a narrativa hollywoodiana que privilegia o conto de fadas em detrimento da verdade artística

Realizado por Antoine Fuqua, *Michael* abrange 25 anos de carreira do autor de *Beat* it e *Billie* Jean
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  • O biopic Michael, dirigido por Antoine Fuqua, chega às salas e cobre 25 anos de carreira de Michael Jackson.
  • Os herdeiros do artista controlam o projeto com mão de ferro.
  • O filme privilegia o conto de fadas do menino-prodígio em detrimento da história mais complexa do artista.
  • O realizador afirma que estes filmes biográficos são uma fantasia de Hollywood, com imprecisões e mentiras.

O biopic Michael chega às salas. Dirigido por Antoine Fuqua, é gerido de perto pelos herdeiros de Michael Jackson, privilegiando a narrativa de um menino-prodígio em detrimento de uma visão mais complexa da carreira do artista.

Críticos questionam o funcionamento deste tipo de biografia, típico de Hollywood, visto como uma fantasia que pode incluir imprecisões, moldada por interesses comerciais e pela indústria do cinema.

O filme percorre 25 anos da vida e obra de Jackson, autor de Beat It e Billie Jean, com foco na ascensão global e nas escolhas que moldaram a imagem pública do artista ao longo do tempo.

A produção levanta debates sobre a narrativa autorizada, sugerindo que a versão apresentada pode divergir de aspectos menos glamorosos da trajetória, sem afirmar conclusões.

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