- Lee Cronin’s The Mummy é uma reinvenção separada da saga original, não produzida pela Hammer nem pela Universal, com duração de 134 minutos.
- O filme não tem Brendan Fraser; foca‑se na figura de Katie, oito anos, filha de Charlie e Larissa, que desaparece numa tempestade de areia no Cairo e é encontrada oito anos depois entre 57 pessoas enterradas há 3000 anos.
- A narrativa acompanha o trauma familiar e o luto, com investigação do desaparecimento de Katie e cenas de horror visceral.
- O realizador utiliza a imagem da múmia para explorar dor, remorso e o luto, procurando inspiração em The Invisible Man (2020).
- Apesar de bons momentos da intérprete Natalie Grace e de algumas sequências chocantes, o filme tem diálogos artificiais, clichés e um final com sustos genéricos; é indicado para fãs de gore menos exigentes.
Lee Cronin assina uma nova versão de The Mummy, com foco no terror corporal. O filme, intitulado Lee Cronin’s The Mummy, será produzido pela Blumhouse e Warner Bros. Pictures, lançado em salas de cinema.
Brendan Fraser não participa na produção. Circula nas redes sociais uma especulação sobre o ator; a produção assegura que Fraser não está envolvido no projeto de 2026.
O enredo apresenta Katie, uma menina de oito anos, filha de Charlie e Larissa, que desaparece numa tempestade de areia no Cairo. O retorno de Katie, oito anos depois, desencadeia uma investigação sobre o que aconteceu no sarcófago.
A narrativa acompanha a detetiva Zaki, interpretada por May Calamawy, enquanto a família lida com o trauma, os rótulos de trauma e as perguntas sem resposta sobre a origem da ameaça mumificada.
Cronin explora um novo ângulo de horror, centrado no luto, na dor e no remorso que envolvem a criatura envolta em ligaduras. O realizador português tem sido elogiado pela abordagem física de performance.
Na prática, o filme equilibra momentos de choque viscerais com uma atmosfera opressiva, incluindo cenas de grotesco. Contudo, a conclusão recorre a sustos previsíveis e cansa o ritmo em determinados pontos.
Natalie Grace, em estreia, oferece interpretação física marcante, com sequências de violência gráfica que impressionam. Os diálogos aparecem artificiais e alguns clichés persistem ao longo da obra.
Lee Cronin’s The Mummy já estreou nas salas de cinema, representando uma reinvenção independente da saga, distinta de produções anteriores da Hammer ou da Universal. O filme tem duração de 134 minutos.
Entre na conversa da comunidade