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Madrugada Suja: série da RTP sob escrutínio por alegações de corrupção

Estreia na RTP1, esta segunda-feira, Madrugada Suja, thriller político e policial inspirado no romance de Miguel Sousa Tavares, que retrata a corrupção em Portugal

Filmagens da série *Madrugada Suja*, a partir do livro de Miguel Sousa Tavares, com Gonçalo Waddington em plena caracterização
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  • A série Madrugada Suja estreia-se esta segunda-feira na RTP1, às 22h30, sendo um thriller político e policial baseado no romance de Miguel Sousa Tavares, com seis episódios.
  • O elenco é liderado por Rafael Morais, Victoria Guerra e Gonçalo Waddington, acompanhando um ambientalista municipal, uma procuradora e um político em ascensão, com um crime dos anos noventa que liga as personagens.
  • As filmagens, em quarentena entre a covid‑19 e o risco de incêndios na Tapada de Mafra em 2022, decorreram em várias localidades distintas, incluindo Évora, Santiago do Cacém, Grândola e Lisboa.
  • O livro retrata a corrupção em Portugal nos últimos trinta anos; a série é “livremente inspirada” no romance, com foco na política e na transparência.
  • A história assenta num crime antigo com ligações a acontecimentos quinze anos depois, enfatizando também a dimensão emocional do thriller.

A RTP1 estreia esta segunda-feira, às 22h30, a série Madrugada Suja, um thriller político e policial inspirado no livro de Miguel Sousa Tavares. A trama acompanha uma rede de corrupção nos últimos 30 anos de Portugal, com foco em casos ligados ao poder local e à gestão ambiental.

A produção envolve seis episódios protagonizados por Rafael Morais, Victoria Guerra e Gonçalo Waddington. O enredo junta um ambientalista de cargo municipal, uma procuradora que investiga corrupção e um político em ascensão, entrelaçados por um crime antigo.

As filmagens ocorreram em 2022, em locais como Évora, Santiago do Cacém, Grândola e a Tapada de Mafra, apesar dos incêndios. A narrativa destaca a relação entre interesses, empregos e projetos de desenvolvimento.

Produção, equipa e contexto

A adaptação literária foi realizada por Miguel Sousa Tavares, com a realização de Sebastião Salgado e a produção da Maria & Mayer. Em 2022, o elenco descreveu cenários de pressão institucional e de controlo ambiental, mantendo o foco na crítica social sem dramatizar além da razão.

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