- O primeiro-ministro Luís Montenegro afirmou estar “completamente surpreendido” pela notícia de que elementos do Movimento Armilar Lusitano teriam discutido atacar a sua residência.
- O Movimento Armilar Lusitano é descrito como uma organização terrorista neonazi e o nome de Montenegro consta na lista de alvos do grupo.
- A ameaça, tornada pública, envolve a possível utilização de engenhos explosivos e armamento militar.
- Montenegro disse, a partir de Bruxelas, que não foi informado atempadamente pelas autoridades competentes.
O primeiro-ministro Luís Montenegro afirmou ter ficado completamente surpreendido pela notícia de que elementos do Movimento Armilar Lusitano, uma organização neonazi designada como terrorista, teriam considerado atacar a sua residência. A informação aponta para a possibilidade de uso de engenhos explosivos e armamento militar.
Montenegro indicou que o seu nome teria figurado numa lista de alvos de este grupo, cuja divulgação terá tido origem em Bruxelas. O chefe de Governo explicou que não foi informado atempadamente pelas autoridades competentes sobre a ameaça alegadamente existente.
A notícia surge na sequência de informações tornadas públicas sobre o‑tema. O primeiro-ministro pretende esclarecer de que forma ocorreu a comunicação entre autoridades e se foram tomadas medidas de proteção adicionais a seu respeito.
Contexto da ameaça e quem envolve
Segundo a informação pública, o MAL, designado como organização terrorista, é alvo de investigações em vários países. O grupo é descrito como neonazi e ligado a atividades extremistas, incluindo planos potencialmente violentos contra figuras públicas.
Repercussões e próximos passos
As autoridades ainda não divulgaram detalhes completos sobre as investigações ou sobre eventuais medidas de segurança adotadas. Não houve confirmação oficial de prisões associadas ao caso até ao momento. Funcionários do governo devem prestar esclarecimentos adicionais à imprensa.
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