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Proibição de lanchas rápidas não basta, Rui Pereira explica controlo do tráfico

Especialista defende que a proibição de lanchas rápidas não basta; é essencial reforçar a fiscalização marítima, tecnologia de identificação e cooperação internacional

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  • Rui Pereira afirmou que a proibição da circulação de lanchas rápidas não basta para combater o tráfico de droga.
  • É necessário reforçar a fiscalização marítima e usar tecnologias para identificar e interceptar embarcações ilegais.
  • A cooperação internacional, nomeadamente com a Espanha e outros países, é essencial para uma rede de vigilância marítima eficiente.
  • Os traficantes têm adaptado estratégias, usando lanchas mais rápidas e discretas, o que exige recursos tecnológicos avançados como drones e radares.
  • A proibição deve seguir-se de ações de fiscalização e de uma atuação mais rigorosa na fronteira para evitar brechas.

O professor Rui Pereira, especialista em segurança e tráfico de drogas, afirma que proibir apenas a circulação de lanchas rápidas não extingue o tráfico. A intervenção precisa de medidas adicionais e coordenação entre várias entidades.

Para controlar o tráfego, o especialista destaca a necessidade de reforçar a fiscalização marítima e de investir em tecnologias que identifiquem e interceptem embarcações ilegais. A fronteira entre Portugal e Espanha é apontada como área prioritária.

Pereira sublinha ainda a importância da cooperação internacional, envolvendo Espanha e outros países, para criar uma rede de vigilância marítima mais eficaz. Os traficantes têm adaptado estratégias, com lanchas mais rápidas e discretas.

Para enfrentar estas mudanças, o especialista recomenda recursos tecnológicos avançados, como drones e radares modernos, bem como ações de fiscalização mais rigorosas na fronteira. A proibição deve andar lado a lado com monitorização constante.

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