- Pedro Manata e Silva, natural de Ermesinde, era militar da Guarda Nacional Republicana há 25 anos.
- Morreu em serviço durante uma perseguição a uma lancha rápida no rio Guadiana.
- Meses após a tragédia, a mulher do militar quebrou o silêncio e recordou a última missão.
- A notícia também menciona uma nova lei destinada a lanchas utilizadas no narcotráfico.
- A matéria é apresentada pela CMTV.
Pedro Manata e Silva, natural de Ermesinde, era militar da GNR e morreu em serviço durante uma perseguição a uma lancha rápida no rio Guadiana. Contava com 25 anos de serviço na Guarda Nacional Republicana.
O incidente ocorreu durante a operação de perseguição a uma embarcação no Guadiana, levando à fatalidade do profissional envolvido. Os detalhes oficiais sobre as circunstâncias não foram divulgados neste texto.
Meses após o ocorrido, a mulher do militar quebrou o silêncio e recorda a última missão do marido, oferecendo um testemunho sobre o momento que ficou marcado para a família e para a instituição.
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