- O Estabelecimento Prisional de Coimbra encerrou-se na quinta-feira para revista às celas, na sequência do consumo de K7.
- Entre quinze e vinte reclusos ficaram descontrolados, com as primeiras perícias a apontar para a nova substância.
- A K7 pode conter veneno para ratos e anestésicos veterinários.
- A droga surgiu primeiro no Brasil, onde é conhecida por “efeito zombie”, que provoca alterações graves, motins e violência.
- As principais facções criminosas do Brasil chegaram a proibir a venda da droga.
O Estabelecimento Prisional de Coimbra encerrou-se temporariamente para uma revista às celas, após o consumo da droga conhecida como K7. A substância, uma variante da K4, foi associada a casos de descontrolo entre reclusos ocorridos nesta quarta-feira.
Entre 15 e 20 reclusos ficaram descontrolados, com primeiras perícias a apontar para a nova droga. A K7 pode incluir veneno para ratos e anestésicos veterinários, entre outras substâncias, aumentando o risco de violência dentro das prisões.
Tal como a K4, a K7 terá origem no Brasil, onde é descrita com o apelido de “efeito zombie” devido à alteração comportamental intensa que provoca. As principais facções do Brasil chegaram a proibir a venda desta substância.
Medidas em curso
O encerramento do estabelecimento visa permitir uma revista completa às celas, a realizar na quinta-feira, para identificar contactos, objetos e agentes potencialmente perigosos. Não foram divulgadas mais informações sobre feridos ou detenções.
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