Polícias armados que garantem a proteção do rei Carlos III no Castelo de Windsor estão a ser alvo de investigação por alegadas falhas no serviço. Existem suspeitas de que alguns agentes adormeceram ou abandonaram os postos durante os turnos.
A investigação envolve a unidade de Proteção da Realeza e elementos da Polícia Metropolitana de Londres. Alegações indicam que alguns agentes saíram dos postos e registaram entradas sem posterior responsabilidade pelos postos.
O Palácio de Buckingham foi informado, sem emitir comentários públicos. A Polícia Metropolitana confirmou uma investigação urgente após denúncias sobre conduta de agentes em Windsor, indicando que o comportamento não corresponde aos padrões esperados.
Motivações e medidas
As autoridades estão a avaliar se alguns agentes devem ficar em funções restritas durante o processo disciplinar. A investigação foca-se na conduta operativa durante a proteção na área do Castelo.
Contexto de segurança em Windsor
O caso surge numa sequência de episódios que colocam a segurança da residência real sob escrutínio. Em 2025, um homem invadiu o recinto sob efeito de drogas e insistiu na escalada do muro.
Em 2021, um intruso armado com uma besta afirmou querer matar a Rainha. Em 2024, houve o roubo de uma carrinha e de uma moto-quatro usadas para danificar um portão de segurança.
Uma fonte citada pela imprensa descreveu as acusações como uma vergonha para a polícia, sugerindo falhas relevantes no sistema de vigilância de Windsor. As autoridades não adiantaram prazos para a conclusão da sindicância.
Fonte e desdobramentos
O The Sun identifica as pessoas visadas como agentes da unidade de Proteção da Realeza e da Polícia Metropolitana. O caso continua a decorrer com procedimentos disciplinares em curso e revisão de medidas de proteção. A cobertura baseia-se em informações oficiais e reportagens.
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