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Segurança do rei Carlos III em investigação após 30 agentes dormirem em serviço

Investigação aponta falhas na proteção do Castelo de Windsor, com cerca de trinta agentes suspeitos de adormecerem ou abandonarem postos, sob escrutínio disciplinar

Castelo de Windsor volta a estar no centro da polémica depois de alegadas falhas na vigilância da segurança real
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  • A segurança do rei Carlos III em Windsor está a ser investigada, com cerca de 30 agentes armados sob suspeita de falhas no serviço.
  • Segundo o The Sun, os visados pertencem à unidade de Proteção da Realeza e a equipas da Polícia Metropolitana de Londres, com alegações de terem adormecido ou entrado nos postos sem ocupar as funções.
  • O Palácio de Buckingham foi informado, e a Polícia Metropolitana confirmou uma investigação urgente sobre a conduta dos agentes em Windsor.
  • A força afirmou que o comportamento alegadamente descrito não corresponde aos padrões elevados esperados e que alguns agentes podem ficar em funções restritas durante o processo disciplinar.
  • O caso soma-se a incidentes anteriores na segurança do recinto, incluindo invasão em junho de 2025, uma ameaça com besta em dezembro de 2021 e o furto de veículo e danificação de portão em novembro de 2024.

Polícias armados que garantem a proteção do rei Carlos III no Castelo de Windsor estão a ser alvo de investigação por alegadas falhas no serviço. Existem suspeitas de que alguns agentes adormeceram ou abandonaram os postos durante os turnos.

A investigação envolve a unidade de Proteção da Realeza e elementos da Polícia Metropolitana de Londres. Alegações indicam que alguns agentes saíram dos postos e registaram entradas sem posterior responsabilidade pelos postos.

O Palácio de Buckingham foi informado, sem emitir comentários públicos. A Polícia Metropolitana confirmou uma investigação urgente após denúncias sobre conduta de agentes em Windsor, indicando que o comportamento não corresponde aos padrões esperados.

Motivações e medidas

As autoridades estão a avaliar se alguns agentes devem ficar em funções restritas durante o processo disciplinar. A investigação foca-se na conduta operativa durante a proteção na área do Castelo.

Contexto de segurança em Windsor

O caso surge numa sequência de episódios que colocam a segurança da residência real sob escrutínio. Em 2025, um homem invadiu o recinto sob efeito de drogas e insistiu na escalada do muro.

Em 2021, um intruso armado com uma besta afirmou querer matar a Rainha. Em 2024, houve o roubo de uma carrinha e de uma moto-quatro usadas para danificar um portão de segurança.

Uma fonte citada pela imprensa descreveu as acusações como uma vergonha para a polícia, sugerindo falhas relevantes no sistema de vigilância de Windsor. As autoridades não adiantaram prazos para a conclusão da sindicância.

Fonte e desdobramentos

O The Sun identifica as pessoas visadas como agentes da unidade de Proteção da Realeza e da Polícia Metropolitana. O caso continua a decorrer com procedimentos disciplinares em curso e revisão de medidas de proteção. A cobertura baseia-se em informações oficiais e reportagens.

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