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Cartas de amor com drogas: pesadelo nas prisões

K4 é pulverizada na correspondência de cadeias, sem cor nem cheiro, dificultando detecção e elevando riscos para detidos

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  • A droga conhecida como K4 é pulverizada na correspondência que entra nas cadeias.
  • Não deixa cor nem cheiro, o que dificulta a deteção.
  • A prática é descrita como extremamente difícil de identificar pelas autoridades.
  • Publicação: 19 de maio de 2026, às 11:28.

Droga conhecida como K4 está a ser pulverizada em correspondência dirigida a pessoas privadas de liberdade, criando um risco adicional nas cadeias. A denúncia surgiu a 19 de maio de 2026, às 11:28.

A substância describeda não deixa cor nem cheiro perceptível e é difícil de detetar, o que complica os procedimentos de triagem de correio nas prisões.

Fontes oficiais indicam que o fenómeno envolve a cadeia de prisões e autoridades penitenciárias, que já adotam medidas reforçadas de controlo e monitorização da correspondência para evitar a introdução de drogas.

As autoridades não confirmam números ou prisões específicas envolvidas, mas reiteram o compromisso com a segurança pública e a prevenção de abusos no sistema prisional.

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