O contrabando de tabaco em Portugal está a tornar-se mais sofisticado, segundo a Guarda Nacional Republicana (GNR). A autoridade indica que os criminal gangs adaptam-se às novas formas de consumo e aos diferentes mercados europeus, ajustando métodos para contornar os controlos.
A GNR, através da Unidade de Ação Fiscal, aponta uma evolução das redes criminosas, que diversificam as estratégias conforme as tendências de consumo no continente. A progressão inclui novas formas de aquisição e distribuição.
Portugal é apontado como país tanto produtor quanto exportador de tabaco ilegal, com o aumento de cigarros eletrónicos e de dispositivos de vaping a acompanhar esse fenómeno. A instituição sublinha a constante necessidade de atualização de técnicas de fiscalização.
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