- Armazém da ASE – Instalações Especiais, em Albergaria-a-Velha, sofreu uma tentativa de assalto na madrugada de domingo, por cinco indivíduos encapuzados.
- É a terceira vez desde dezembro que o espaço é invadido; o interior do armazém alberga entre cem mil e cento e cinquenta mil euros em cobre.
- O assalto foi evitado graças a um sistema de energia socorrida que garantiu o funcionamento das câmaras de videovigilância, mesmo com sabotagem de energia por parte dos intrusos.
- Os cinco encapuzados entraram pelas traseiras e forçaram o portão; deixaram o local após o alarme disparar, sem consumar o roubo, segundo o gerente Ricardo Girão.
- A Guarda Nacional Republicana (GNR) esteve no local; nas três investidas, apenas danos nas instalações foram registados, sem roubo de material. Os adultos continuam a prática repetida, com o armazém no local desde 2021.
A ASE – Instalações Especiais, localizada na zona industrial de Albergaria-a-Velha, enfrentou uma tentativa de assalto na madrugada de domingo. Cinco indivíduos encapuzados entraram pelo portão dos fundos, local onde o armazém guarda materiais de cobre no valor superior a 100 mil euros. A ação foi interrompida pela instalação de um sistema de energia socorrida que manteve as videovigilâncias em funcionamento.
O alerta foi acionado pouco depois da meia-noite, quando Ricardo Girão, um dos gerentes, viu as imagens em tempo real e observou os cinco intrusos a entrar no espaço. De acordo com o responsável, as ações apresentaram características repetidas, já observadas nas três invasões ocorridas desde dezembro.
Nas três ocasiões, a prática tem-se limitado a danos na infraestrutura, sem que haja levantamento de material. Desta vez, a energia foi sabotada pelos assaltantes, mas o sistema de energia socorrida permitiu gravar o incidente e disparar o alarme. A GNR foi chamada ao local.
O armazém mantém o material elétrico como principal atrativo para furtos, com valores elevados em cobre. A presença de câmaras a funcionar, mesmo sem energia, foi determinante para o registo do desenrolar da investida. O caso já está a ser acompanhado pela GNR desde 2021, sendo este o primeiro assalto efetivo da empresa em seis meses.
Até ao momento, não houve confirmação de furto de mercadorias; apenas danos materiais. A guarda está a realizar diligências para identificar os suspeitos e apurar o objeto de interesse na tentativa de arrombamento.
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