- Os pais de Bruno Chainho, militar da Guarda Nacional Republicana, morto em serviço, esperam pela pensão de sobrevivência a que têm direito há 13 anos.
- Bruno Chainho, 31 anos, morreu em 2013 ao ser atingido na cabeça durante um sequestro no Pinhal Novo, Palmela.
- O homem que sequestrava manteve-se barricadado dentro de um restaurante no Pinhal Novo durante sete horas.
- Na altura, Bruno estaria de folga, mas decidiu ajudar um colega e apresentou-se para trabalhar.
- A família continua sem a pensão de sobrevivência há mais de uma década.
Bruno Chainho, militar da GNR, morreu aos 31 anos em 2013, durante um sequestro no Pinhal Novo, Palmela. Foi atingido a tiro na cabeça por um homem que se barricou durante sete horas num restaurante da localidade.
O incidente ocorreu num dia em que Bruno devia estar de folga, mas se ofereceu para ajudar um colega em dificuldade. A situação terminou com a intervenção policial e a morte do agressor, enquanto Bruno lutava pela vida.
Há 13 anos que os pais de Bruno aguardam pela pensão de sobrevivência a que têm direito, segundo familiares. A família já procurou informações junto das autoridades, sem confirmação de concessão até ao momento.
Pensão de sobrevivência em atraso
Os pais insistem que o benefício deveria ter sido atribuído. O caso permanece sem resolução, com a família a aguardar por uma posição oficial das entidades competentes. A situação envolve o tempo de processamento de processos de pensões.
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