- O ministro da Administração Interna, Luís Neves, repudiou o ataque a um agente da PSP na esquadra de Marrazes, Leiria, considerando-o inaceitável e um ataque ao Estado de direito democrático.
- O agente, 57 anos, foi esfaqueado por um jovem de 19 anos por volta das 11h, tendo recebido golpes em várias zonas do corpo, incluindo o pescoço, e encontra-se em observação no Hospital de Leiria sem gravidade.
- O agressor foi detido já do lado de fora da esquadra por outros agentes, e o caso passou para a alçada da Polícia Judiciária.
- O Governo garante que qualquer violência contra forças de segurança é inaceitável e será responsabilizada, mantendo a confiança na atuação das autoridades judiciárias.
- Luís Neves transmitiu solidariedade à vítima, desejando rápidas melhoras, e reiterou a certeza na PSP e nas forças de segurança, apontando que o Estado está ao lado de quem serve Portugal.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, expressou hoje firme repúdio pelo ataque a um agente da PSP na Esquadra dos Marrazes, em Leiria. O episódio foi descrito como grave e atentatório ao Estado de direito democrático.
Segundo a nota oficial, o ataque ocorreu durante o desempenho de funções do agente e envolveu ferimentos significativos em várias zonas do corpo, incluindo o pescoço. O estado de saúde não é considerado grave, segundo informações preliminares.
O agressor, um jovem de 19 anos, foi detido já do lado de fora da esquadra por outros agentes. A Polícia Judiciária passou o caso para a sua alçada para investigação. O Governo assegura o apoio às forças de segurança e a responsabilização dos envolvidos.
Detalhes e desdobramentos
O ministro salientou a pronta atuação policial e confiou nas autoridades judiciárias para apurar os factos. A vítima, um agente com 57 anos, está a receber tratamento no Hospital de Leiria e encontra-se estável. A operação norteou-se pela prioridade de proteger profissionais e manter a ordem pública.
O caso ocorre numa altura de preocupação com a segurança policial, com o Governo a reiterar o compromisso de apoiar as forças de segurança. O Ministério da Administração Interna confirmou que acompanhará a evolução do estado de saúde da vítima e o desenvolvimento do inquérito.
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