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Comité europeu antitortura defende câmaras nas esquadras portuguesas

Comité europeu antitortura recomenda câmaras nas esquadras portuguesas e body-cams; apesar da queda de queixas, persiste uso de força excessiva

Comité europeu anti-tortura visitou instalações da PSP, GNR e Polícia Judiciária
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  • O Comité Europeu para a Prevenção da Tortura (CPT), órgão independent da Comissão Europeia, recomenda a instalação de câmaras de videovigilância nas esquadras em Portugal.
  • O relatório analisa detenções efetuadas pela Polícia de Segurança Pública (PSP), pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia Judiciária (PJ).
  • Conclui, face a visitas anteriores, que houve um decréscimo das alegações de maus-tratos.
  • Ainda assim, o CPT aponta uso de força excessiva durante detenções, com exemplos como bofetadas, murros, pontapés e uso ocasional de bastões.
  • Reforça a necessidade de videovigilância nas esquadras e da implementação definitiva de câmaras de fardamento (body-cams).

O comité europeu antitortura, órgão da Comissão Europeia, publicou um relatório sobre detenções efetuadas pela PSP, GNR e Polícia Judiciária em Portugal. O documento recomenda a instalação de câmaras de videovigilância nas instalações policiais.

O relatório observa uma redução das alegações de maus-tratos em relação a visitas anteriores, mas aponta ainda casos de uso de força excessiva durante detenções. São mencionados exemplos como bofetadas, murros, pontapés e uso ocasional de bastões.

Por fim, o comité defende a instalação de videovigilância nas esquadras e a implementação definitiva de body-cams (câmaras de fardamento) para melhorar o registo de procedimentos e a responsabilização.

Recomendações e contexto

O relatório analisa a conduta das forças de segurança portuguesas e coloca a videovigilância como medida-chave para garantir transparência. A recomendação visa reforçar a supervisão de detenções e reduzir abusos de força.

As autoridades portuguesas não têm, de momento, informações publicadas sobre medidas já implementadas ou prazos para a adoção das câmaras. O documento permanece em linha com avaliações anteriores do mesmo organismo europeu.

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