- Entre 2 e 12 de abril, a Autoridade Marítima Nacional registou 76 salvamentos e 27 ações de primeiros socorros, com uma vítima mortal por afogamento na Costa da Caparica, em Almada.
- Durante a Páscoa, houve reforço da vigilância em praias sem nadadores salvadores, com 16 militares da Marinha em seis viaturas Volkswagen Amarok e duas motas 4×4.
- O dispositivo de verão prevê 31 viaturas, incluindo 25 Volkswagen Amarok, operadas por 62 militares da Marinha, no âmbito do Praia Segura e do Projeto SeaWatch.
- O reforço envolve Capitanias dos Portos, Estações Salva-vidas e Comandos Locais da Polícia Marítima, em parceria com estruturas locais de proteção e socorro, municípios e associações de nadadores-salvadores.
- O objetivo é aumentar a capacidade de resposta a incidentes balneares em zonas não vigiadas, com o mar ainda apresentado como de risco devido à agitação, ondulação forte e alterações do perfil das praias.
Durante o período da Páscoa, entre 2 e 12 de abril, a Autoridade Marítima Nacional registou 76 salvamentos e 27 ações de primeiros socorros, além de uma vítima mortal por afogamento na Costa da Caparica, em Almada. Os dados são da atuação das autoridades de proteção marítima.
O reforço da vigilância concentrou-se em praias sem nadadores salvadores, com 16 militares da Marinha, em seis viaturas Volkswagen Amarok e duas motas 4×4. A operação integrou Capitanias, Estações Salva-vidas e Comando Local da Polícia Marítima, em cooperação com entidades locais.
A Proteção Civil e entidades locais acompanharam a operação, que visa aumentar a capacidade de resposta em zonas balneares não vigiadas. O balanço divulgado pela AMN aponta para uma segunda fase de reforço coincidente com o início da época balnear.
Dispositivo de vigilância de verão
O dispositivo total de verão envolve 31 viaturas, incluindo 25 Amarok, operadas por 62 militares da Marinha. O objetivo é ampliar a vigilância em todo o litoral, com atuação integrada entre as autoridades e estruturas locais.
A AMN alerta para o mar com agitação elevada, ainda em regime de inverno. O relevo costeiro altera-se com ondulação forte, gerando fundões, declives, remoinhos e agueiros não sinalizados neste período. O risco permanece elevado devido a depressões meteorológicas recentes.
A autoridade recomenda vigilância constante de crianças, manter os menos novos junto a um adulto, evitar comportamentos de risco e não virar as costas ao mar. As evacuações devem seguir instruções oficiais e manter o distanciamento adequado da água.
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