- A PSP suspendeu, neste domingo, a recolha de dados biométricos nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro para evitar tempos de espera excessivos.
- A medida sucede após um sábado com constrangimentos semelhantes, devido ao congestionamento nas zonas de controlo fronteiriço.
- O problema aponta para a falta de informação aos passageiros e limitações físicas das infraestruturas policiais.
- O objetivo é reduzir as filas e a pressão operacional, com decisões de recuo tomadas em cima da hora, sobretudo em Lisboa.
A PSP voltou a suspender a recolha de dados biométricos nas partidas dos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, numa tentativa de reduzir tempos de espera. A medida foi tomada este domingo, na sequência de constrangimentos observados no sábado, que já tinham causado atrasos significativos. A suspensão decorre para evitar que as filas de controlo fronteiriço ultrapassem limites aceitáveis.
A decisão envolve os três aeroportos portugueses e afeta a recolha de dados biométricos, que já enfrentava críticas por problemas de informação aos passageiros e de limitações físicas das infraestruturas policiais. O objetivo é evitar perdas de ligação devido ao congestionamento nos postos de controlo.
Contexto e impactos
- O historial recente aponta para filas longas e pressão operacional, especialmente em Lisboa, onde a suspensão ocorreu com maior alívio imediato aos passageiros.
- Embora haja intenção de modernizar o controlo de fronteiras, as autoridades reconhecem deficiências na comunicação com o público e na capacidade operacional para a implementação contínua da biometria.
Contexto institucional: a medida insere-se num quadro de ajustes operacionais face a situações de elevado afluxo de viajantes, com decisões que variam conforme a evolução da situação nas zonas de controlo.
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