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Segurança em Portugal: mudanças-chave em 2025 e impacto

Mais de três milhões de sinais de alarme em 2025 revelam redução de ocorrências em várias regiões, com Lisboa a concentrar mais de um terço do total

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  • Em 2025, a Verisure recebeu mais de 3,3 milhões de sinais de alarme, com maior incidência entre maio e julho, meses de maior mobilidade e ausências prolongadas de residências.
  • Comparando com 2024, houve um aumento de 4% nos sinais de alarme, mas o Barómetro indica melhorias de segurança em várias regiões, incluindo Porto (queda ~20%), Aveiro e Braga (queda ~27% cada).
  • Lisboa registou uma ligeira diminuição de 1%, ainda assim foi a região com mais ocorrências em 2025, respondendo por cerca de 31% do total.
  • As áreas mais seguras coincidem com maior densidade populacional: Bragança e Guarda apresentam as menores taxas de ocorrências; as ilhas Terceira (Açores) e Porto Santo (Madeira) aparecem entre as mais seguras.
  • O perfil de espaços protegidos aponta para negócios pequenos (quase 57% do total), seguidos de residências (cerca de 35%) e lojas/restaurantes (32%). Detalhe temporal: entre as 02h e 04h houve queda de 8%; 21h e 22h registaram reduções de 20% e 17%; 06h e 07h são horários com menor número de ocorrências.

O Barómetro de Segurança da Verisure 2025, com base em mais de 3,3 milhões de sinais de alarme recolhidos pela Central Receptora de Alarme, revela alterações relevantes na segurança em Portugal. Entre maio e julho houve pico de ocorrências, associada a maior mobilidade de férias. No total, houve um aumento de 4% em relação a 2024, sem, no entanto, indicar maior insegurança.

As regiões com melhoria mais expressiva situam-se no norte e no interior. O Porto registou uma redução de ocorrências perto de 20% face a 2024, enquanto Aveiro e Braga apresentaram quedas de cerca de 27%. Em Lisboa, houve uma ligeira quebra de 1%, ainda assim a região concentrou mais de 31% do total de ocorrências em 2025.

Distribuição territorial e densidade populacional

Os distritos com maior número de ocorrências continuam a ser Lisboa, Porto, Setúbal e Faro, representando quase dois terços do total. Por densidade populacional, Bragança e Guarda apresentam as taxas mais baixas. Nas regiões insulares, a Terceira, nos Açores, e Porto Santo, na Madeira, destacam-se como as mais seguras.

Perfis de segurança: residências vs. negócios

Os 3,3 milhões de sinais permitem traçar o perfil de espaços mais visados: quase 57% correspondem a pequenos negócios, à frente do setor residencial. Entre as instalações, as vivendas respondem por cerca de 35% das ocorrências, seguidas por lojas e restaurantes (32%).

Horários e padrões de atividade

Contrariando o imaginário de maior vulnerabilidade nocturna, o período entre as 02h e as 04h da manhã concentrou cerca de 18% do total e registou uma redução de 8% face a 2024. As 21h e 22h também mostram quedas de 20% e 17% respetivamente, enquanto as 06h e 07h continuam entre as horas com menos ocorrências.

Tendência global e impacto preventivo

Apesar de um crescimento de quase 5% no número de clientes, os incidentes registados caíram mais de 5% em comparação com o ano anterior, indicativo de eficácia das medidas preventivas implementadas. O diretor de Operações da Verisure em Portugal sublinha que o Barómetro reflete uma cultura de prevenção cada vez mais enraizada, apoiada por tecnologias de segurança avançadas. A empresa acrescenta que, com mais de 35 anos de experiência em 18 países, protege mais de 6,2 milhões de famílias e pequenas empresas, com protocolos que podem incluir a comunicação às autoridades quando necessário.

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