Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Associação dos Profissionais da GNR pede ao MAI cumprir acordo assinado em 2024

APG/GNR solicita ao MAI cumprir acordo de 2024 e rever estatuto remuneratório, para evitar abstenção de promoções e cortes de pensão entre 30% e 40%

O ministro da Administração Interna, Luís Neves, tem estado a receber as associações sócio-profissionais da GNR e da PSP
0:00
Carregando...
0:00
  • A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) pediu ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, que cumpra o acordo assinado com o Governo em julho de 2024, incluindo a revisão remuneratória.
  • A não revisão do estatuto remuneratório está a levar entre 200 e 300 militares da GNR a abdicar de promoções, pois passam a ganhar o mesmo e podem ter de mudar de função.
  • A APG reuniu-se com o novo ministro para apresentar os problemas mais urgentes, incluindo o cumprimento do acordo de 2024 e a avaliação do estatuto.
  • O presidente César Nogueira disse que é necessário acabar com as novas regras de reformas que reduzem as pensões entre 30 por cento e 40 por cento.
  • O ministro recebeu, pela primeira vez, associações da GNR e sindicatos da PSP; na semana anterior já tinha ouvido outras organizações sindicais, defendendo alterações ao regime remuneratório.

A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) lançou um apelo ao Ministério da Administração Interna para cumprir o acordo assinado com o Governo em julho de 2024, que inclui a revisão do estatuto remuneratório. A posição foi comunicada numa coletiva em que se reforçou a necessidade de avançar com as mudanças acordadas. A APG é a associação socioprofissional mais representativa da GNR.

Na reunião com o novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, a APG apresentou os problemas mais prementes a resolver, entre eles o cumprimento do acordo de 2024 e questões associadas à avaliação do desempenho. O encontro decorreu numa altura em que várias associações da GNR e sindicatos da PSP são recebidos pelo ministro.

Segundo o presidente da APG, César Nogueira, persiste a posição de que a não execução integral do acordo tem impactos diretos na carreira dos militares. Nogueira indicou que, nos últimos anos, entre 200 a 300 militares da GNR teriam abdicado de promoções, porque as progres­sões não reflectem ganhos adicionais e implicam mudanças de função e de local de trabalho.

Reivindicações da APG/GNR

O dirigente destacou que a revisão do estatuto remuneratório é essencial para evitar que as promoções deixem de representar benefício para os militares. A APG também aponta para consequências negativas associadas às regras de reforma que entraram em vigor este ano, com estimativas de cortes nas pensões entre 30% e 40%.

O ministro recebeu pela primeira vez sindicatos da PSP, incluindo entidades sem negociação com o Governo. Na semana anterior, já tinham sido ouvidas também as associações da PSP e dois sindicatos de polícia, que também defenderam alterações ao regime remuneratório.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais