Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Consultas médicas online crescem num mercado ainda por regularizar

Telessaúde em expansão em Portugal carece de regras claras; o regulador faz registo, mas faltam portarias para salvaguardar qualidade

Há 4470 unidades, exploradas por 4275 entidades, que podem dar consultas online em Portugal
0:00
Carregando...
0:00
  • O setor de consultas médicas online em Portugal está a crescer rapidamente sem licenciamento claro para as entidades prestadoras.
  • A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) e a Ordem dos Médicos (OM) defendem clarificar as regras que as entidades devem cumprir.
  • O regulador já faz registo das entidades, mas faltam portarias que expliquem requisitos e padrões.
  • O objetivo é assegurar escrutínio adequado e a qualidade dos cuidados prestados.
  • As entidades defendem informações concretas para quem quer investir, ajudando a distinguir quem cumpre regras de quem não cumpre.

A telemedicina praticada à distância tem registado um crescimento significativo em Portugal, com aumento de consultas online. O setor ainda não está plenamente regulamentado, o que levanta dúvidas sobre licenciamento das entidades envolvidas.

Responsáveis oficiais defendem clarificar as regras que as entidades devem cumprir. A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) e a Ordem dos Médicos (OM) apontam a necessidade de escrutínio e garantia da qualidade dos serviços prestados, para facilitar investimentos responsáveis.

O regulador já abriu o registo de entidades que prestam teleconsultas, mas faltam portarias que estabeleçam licenciamento e padrões técnicos. Enquanto isso, há cobrança por regras estáveis que assegurem a fiabilidade, a proteção de dados e a segurança clínica.

Registo e lacunas regulatórias

Dados indicam que o registo facilita a monitorização inicial, mas não substitui exigências de licenciamento nem de supervisão permanente. Autoridades de saúde devem definir requisitos mínimos para funcionamento e supervisão das plataformas.

Entidades do setor consideram essencial que haja regras claras sobre conduta, qualificação dos profissionais e responsabilidade clínica. A clarificação regulatória é apresentada como fundamental para separar o que é serviço de qualidade do que não cumpre padrões.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais