Um caixão rachado e um funeral estão na origem de investigações sobre o possível paciente zero do Ébola no nordeste do Congo. A investigação foca-se em como contágios durante rituais fúnebres podem ter contribuído para surtos anteriores, segundo relatos não verificados ainda.
A procura pelo paciente zero continua, com equipas de saúde a analisar cadeias de transmissão e a recolher informações junto de comunidades afetadas. Rumores sobre caixões queimados e ameaças a profissionais de saúde surgem no contexto das buscas.
Quando a carrinha saiu da morgue em Bunia, já se sentia o calor da manhã numa rota para Mongbwalu. O corpo de um pastor congoles de 44 anos seguia num caixão de madeira, amarrado na traseira de um SUV antigo, com os bancos traseiros rebatidos.
Profissionais de saúde começaram a examinar a residência da vítima em Mongbwalu, cidade onde a doença pode ter estado latente durante meses sem deteção. As autoridades mantêm a investigação sem fontes oficiais que confirmem o paciente zero.
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